Durante o período em que passamos na barriga de nossas mães, creio que ninguém se preocupava se haveriam nutrientes necessários, ou se existiria uma barriga que nos acolhesse e protegesse no dia seguinte. A natureza era generosa e certa. Ao olharmos uma criança em seus primeiros momentos de vida aqui na Terra, o medo da falta também parece inexistir.
Num dado momento, com o processo da ilusão da separação dessa fonte criadora, da qual somos parte, assim como uma fatia de bolo é feita do mesmo bolo que o todo do qual foi separada, passamos a acreditar que Deus é algo que está fora, algo a ser buscado e perseguido, um ideal a ser conquistado, através de luta e sofrimento.
Nesta obra que mescla documentário e ficção, Dr. Wayne explica com clareza reconfortante, nossa vã ilusão de separação. Trazendo a lembrança de que de fato somos parte de algo maior, recorda que podemos escolher sermos agidos por essa força tão maior que nosso enrijecido e amedrontado Ego, e assim, esvaziarmo-nos do controle, da ação ansiosa, tendo como termometro do quão alinhado estamos com essa sagrada fonte, o estado de plenitude, de vibração, de alegria ao servir ao outro, ao propósito maior da vida: o amor manifestado em ações. Disso vem a conclusão que tal sabedoria superior deseja atingir seus propósitos, e nós somos a ferramenta consciente de tal manifestação. A nós nada faltará para que possamos enfim cumprir nossa nobre missão.
Um filme inspirador, um bálsamo para aqueles que buscam a felicidade e a paz no coração.
Desfrutem!
Filme: The Shift