Mostrando postagens com marcador felicidade. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador felicidade. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 22 de abril de 2014

Primeiro fique sozinho


Primeiro comece a se divertir sozinho.
Primeiro amar a si mesmo.
Primeiro ser tão autenticamente feliz, que se ninguém vem, não importa; você está cheio, transbordando.
Se ninguém bate à sua porta, está tudo bem -
Você não está em falta.
Você não está esperando por alguém para vir e bater à porta.
Você está em casa.
Se alguém vier, bom, belo.
Se ninguém vier, também é bom e belo
Em seguida, você pode passar para um relacionamento.
Agora você se move como um mestre, não como um mendigo.
Agora você se move como um imperador, não como um mendigo.
E a pessoa que viveu em sua solidão será sempre atraídos para outra pessoa que também está vivendo sua solidão lindamente, porque o mesmo atrai o mesmo.
Quando dois mestres se encontram - mestres do seu ser, de sua solidão -felicidade não é apenas acrescentada: é multiplicada.
Torna-se uma tremendo fenômeno de celebração.
E eles não exploram um ao outro,, eles compartilham.
Eles não utilizam o outro.
Em vez disso, pelo contrário,
ambos tornam-se UM e
desfrutam da existência que os
rodeia.


Osho

12 SINTOMAS DE UM POSSÍVEL DESPERTAR


1. Uma tendência crescente de deixar as coisas acontecerem ao invés de tentar controlá-las;
2. Ataques frequentes de alegria, sorrisos sem explicação e explosões de risos a qualquer momento;
3. Sensações de estar intimamente conectado aos outros e à natureza;
4. Episódios frequentes de apreciação e admiração com coisas simples;
5. Uma tendência de pensar e agir espontaneamente, no lugar do medo baseado na experiência passada;
6. Uma nítida habilidade de curtir cada momento;
7. Uma perda da habilidade de se preocupar;
8. Uma perda do desejo por conflito;
9. Uma perda de interesse por tomar as coisas como pessoais;
10. Uma perda de apetite em julgar o outro;
11. Uma perda de interesse em julgar a si mesmo;
12. Uma inclinação em dar sem esperar nada em troca.

J. Krishnamurti

terça-feira, 8 de abril de 2014

Filme: The Shift





Durante o período em que passamos na barriga de nossas mães, creio que ninguém se preocupava se haveriam nutrientes necessários, ou se existiria uma barriga que nos acolhesse e protegesse no dia seguinte. A natureza era generosa e certa. Ao olharmos uma criança em seus primeiros momentos de vida aqui na Terra, o medo da falta também parece inexistir. 
Num dado momento, com o processo da ilusão da separação dessa fonte criadora, da qual somos parte, assim como uma fatia de bolo é feita do mesmo bolo que o todo do qual foi separada, passamos a acreditar que Deus é algo que está fora, algo a ser buscado e perseguido, um ideal a ser conquistado, através de luta e sofrimento.




Nesta obra que  mescla documentário e ficção, Dr. Wayne explica com clareza reconfortante, nossa vã ilusão de separação. Trazendo a lembrança de que de fato somos parte de algo maior, recorda que podemos escolher sermos agidos por essa força tão maior que nosso enrijecido e amedrontado Ego, e assim, esvaziarmo-nos do controle, da ação ansiosa, tendo como termometro do quão alinhado estamos com essa sagrada fonte, o estado de plenitude, de vibração, de alegria ao servir ao outro, ao propósito maior da vida: o amor manifestado em ações. Disso vem a conclusão que tal sabedoria superior deseja atingir seus propósitos, e nós somos a ferramenta consciente de tal manifestação. A nós nada faltará para que possamos enfim cumprir nossa nobre missão.




Um filme inspirador, um bálsamo para aqueles que buscam a felicidade e a paz no coração.



Desfrutem!